- Queer Theory, Queer Studies, Judith Butler, Hannah Arendt, Theories of Gender and Transgender, Transgender Studies, and 10 moreGay And Lesbian Studies, Grief (Psychology), Mourning, Death and Dying, Mourning and Remembrance, Comunicação Social, Sex and Gender, Virginia Woolf Studies, Susan Sontag, Virginia Woolf, and Antigoneedit
- Professor de Comunicação e Cultura da UFCA
(Lecturer, Communication and Culture at Federal University of Cariri - Brazil)
Doutorando em Cultura e Sociedade pela UFBA
(PhD candidate in culture and society at the Federal University of Bahia - Brazil)edit
Desde que apareceu em “Antigona's Clain” (2000), a heroína grega tem sido solicitada por Judith Butler em sua obra não só para pensar as questões de parentesco, mas também para propor uma política de luto contemporânea. Se a relação com o... more
Desde que apareceu em “Antigona's Clain” (2000), a heroína grega tem sido solicitada por Judith Butler em sua obra não só para pensar as questões de parentesco, mas também para propor uma política de luto contemporânea. Se a relação com o parentesco é tratada profundamente na obra já citada e em “Undoing gender” (2004), a discussão propriamente do luto aparecerá em “Precarious life” (2004) e “Frames of war” (2009). Assim, enquanto na década de 1990, a autora se dedicava a escrever acerca os corpos que importam sob o foco da interpelação de gênero e sexo, a partir dos anos 2000 suas preocupações se ampliarão para os diferentes corpos que valem como vidas vivíveis e passíveis de luto. Na recepção brasileira do pensamento de Judith Butler, se destacará o diálogo estabelecido por Vladimir Safatle. As formulações recentes da pensadora norte-americana aparecem em “Grande hotel abismo” (2012) e “o circuito dos afetos” (2015a). Safatle também utilizará o ato de Antígona para pensar as necessidades da política contemporânea em “o que resta da ditadura” (2010); “dever e seus impasses”(2013) e em seu mais recente texto publicado “quando as ruas queimam: manifesto da emergência” (2016). A inspiração no gesto de Antígona aproximará e distanciará as apostas dos dois autores. Enquanto Butler aborda a política do luto como a emergência de um espaço de aparecimento, Safatle discutirá tal política como a produção de um desamparo necessário.
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Resumo: O presente artigo se dedica à articulação entre as noções de performatividade de gênero, precariedade e espaço de aparecimento presentes na obra da filósofa americana Judith Butler, bem como suas possibilidades de diálogo com as... more
Resumo: O presente artigo se dedica à articulação entre as noções de performatividade de gênero, precariedade e espaço de aparecimento presentes na obra da filósofa americana Judith Butler, bem como suas possibilidades de diálogo com as questões de travestilidades e transgeneridades. Palavras-chave: precariedade, espaço de aparecimento, travestilidades, visibilidade.
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Resumo: Este artigo trata das mudanças discursivas nas abordagens da AIDS no cinema mainstream e literatura norte-americanos a partir de 1996. Ano em que se desenvolvem potentes medicações antirretrovirais que transformariam a face da... more
Resumo: Este artigo trata das mudanças discursivas nas abordagens da AIDS no cinema mainstream e literatura norte-americanos a partir de 1996. Ano em que se desenvolvem potentes medicações antirretrovirais que transformariam a face da epidemia nos países onde as populações possuem acesso ao assim chamado coquetel. Inicia-se uma nova fase de dizibilidade da síndrome associada ao processo de sua " cronificação " ao mesmo tempo em que se consolida certa produção narrativa a partir da memória de acontecimentos e estigmas cada vez mais distantes. Palavras chave: Literatura da Aids. cinema mainstream. memória.
Abstract: This article discusses the discursive changes in approaches to AIDS in the mainstream literature and American film from 1996. Year in which they develop potent antiretroviral medications that would change the face of the epidemic in countries where populations have access to the so-called cocktail. Begins a new phase of speech syndrome associated to the process of "chronicity" while it consolidates certain narrative production from the memory of more distant events and stigmas.
Abstract: This article discusses the discursive changes in approaches to AIDS in the mainstream literature and American film from 1996. Year in which they develop potent antiretroviral medications that would change the face of the epidemic in countries where populations have access to the so-called cocktail. Begins a new phase of speech syndrome associated to the process of "chronicity" while it consolidates certain narrative production from the memory of more distant events and stigmas.
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A criação da fotografia, o desenvolvimento dos meios de comunicação e a entrada de mulheres dos países do norte no espaço público possibilitaram que escritoras daquelas nações penetrassem as discussões acerca da guerra. Pensar os... more
A criação da fotografia, o desenvolvimento dos meios de comunicação e a entrada de mulheres dos países do norte no espaço público possibilitaram que escritoras daquelas nações penetrassem as discussões acerca da guerra. Pensar os conflitos armados e suas implicações está presente no trabalho de três delas: Virginia Woolf, Susan Sontag e Judith Butler. Em especial, Três livros, um de cada autora, foram ao longo do tempo se conectando e atualizando seus argumentos: "Os três Guinéus" (1938) de Virginia Woolf; "Diante da dor dos outros” (2003) de Susan Sontag e “Quadros de Guerra” (2009) de Judith Butler. Nossa oficina pretende abordar a ligação entre as três
obras, bem como as reflexões das três escritoras sobre as guerras em outros escritos. Mais do que sugerir uma identidade de escrita feminina, pretendemos dialogar com a noção deleuzeana de "devir-mulher"na escrita, para quem Virginia Woolf era uma referência emblemática.
obras, bem como as reflexões das três escritoras sobre as guerras em outros escritos. Mais do que sugerir uma identidade de escrita feminina, pretendemos dialogar com a noção deleuzeana de "devir-mulher"na escrita, para quem Virginia Woolf era uma referência emblemática.
